A paixão nua e cega dos estios, Atravessou a minha vida como rios

Sophia de Mello Breyner Andresen, A Paixão Nua, in “O Nome das Coisas”.

domingo, 23 de julho de 2017

Inesquecíveis (20)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos) e (http://memoriaglobo.globo.com/ da TV Globo)

Novela:         Roque Santeiro                           
Ano:              1985  
Tema:           Santa Fé      
Intérprete/s: Moraes Moreira (08-07-1947)                           
Autor/es:       Moraes Moreira / Fausto Nilo



Novela:         Tieta do Agreste                         
Ano:             1989  
Tema:           Paixão Antiga         
Intérprete/s: Tim Maia (28-09-1942 – 15-03-1998)                          
Autor/es:       Marcos Valle / Paulo Sergio Valle

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Ana Moura – Nascidos Aqui (9)

(Dados Biográficos In Wikipédia e/ou In AllMusic.Com - Todos os excertos das biografias foram adaptados e algumas vezes traduzidos por Ricardo Santos)

Ana Moura (17-09-1979)

Fado Loucura, no Centro Cultural de Belém, em 2007.


Os Búzios, em 2016, na TVI. Do álbum “para Além da Saudade” de 2007.


Desfado, do álbum com o mesmo nome de 2012.


Dia de Folga, do álbum “Moura” de 2015.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Rapsódia em Blue de George Gershwin

Alguém que nos deixou muito cedo, o excelente compositor norte-americano, George Gershwin. A composição é uma das mais conhecidas e o executante é o famosíssimo maestro que nos deslumbrou em programas de televisão, Leonard Bernstein, infelizmente também já desaparecido.

George Gershwin (26-09-1898 – 11-07-1937), Rapsódia em Blue (1924), Leonard Bernstein (25-08-1918 – 14-10-1990)


domingo, 16 de julho de 2017

Solução: A música é ?... (7)

Vencedores: Janita, Afrodite, Luísa, Papoila, Rui e Elvira
Participantes: 





Letra:

Why don't you write me
I'm out in the jungle
I'm hungry to hear you.
Send me a card,
I am waiting so hard
To be near you.
Why don't you write?
Something is wrong
And I know I got to be there.
Maybe I'm lost,
But I can't make the cost
Of the airfare, ooh
Tell me why (Why)
Tell me why (Why)
Why don't you write me,
A letter would brighten
My loneliest evening.
Mail it today
If it's only to say
That you're leaving me.
(La, la, la)
Monday morning, sitting in the sun
Hoping and wishing for the mail to come.
Tuesday, never got a word, Hum
Wednesday, Thursday, ain't no sign,
Drank a half a bottle of iodine.
Friday, woe is me
Gonna hang my body from the highest tree.
Why don't you write me?
Why don't you write me?
Why don't you write me?
Why don't you write me?
Why don't you write me?
Why don't you write me?
Why don't you write me?

sexta-feira, 14 de julho de 2017

A música é ?... (7)

Regras e informações:

Comentários NÃO moderados;
Três respostas possíveis;
Soluções para o meu email (ricardosantos1953@gmail.com);
Dois dias (14 e 15) para tentar adivinhar;
Um dia (16) para comentar o/s intérprete/s, o que a compôs/interpretou e os outros que, eventualmente, trouxer aqui a público.

Texto:

Porque é que não me escreves ?
Eu cá estou, na selva
E estou com imensa vontade de te ouvir.
Envia-me um postal,
Espero com tanta saudade
Estar perto de ti.
Porque é que não me escreves?
Algo está errado
E eu sei que tenho de lá estar.
Estarei perdido,
Mas eu não posso pagar o custo
Da passagem aérea, ooh
Diz-me porquê ? Porquê !
Diz-me porquê ? Porquê !


E se este texto não fosse em português ! Francês, Inglês ? Qual achas que seria o nome desta música, escrita por um célebre músico ?!

terça-feira, 11 de julho de 2017

A Contar pelos Dados (2) – Afinal eu era um cão


Não era um bom dono e vivia numa barraca com rodas. A vida tinha-lhe corrido mal. Perdera o emprego e decidiu gastar a massa numa “roulotte”. Assentou arraiais, no parque de campismo de Monsanto e lá ia fazendo uns trabalhos por fora, e vivendo do pouco guito que lhe davam os biscates.
Não me tratava bem. Não me faltava com a comida que mantinha num depósito térmico, em cima da caravana e lá acedia através de um escada, mas não me dava muito espaço e quase que me proibiu de visitar uma cadela que vivia com a dona mesmo perto de nós. Eu acho que ele tinha uma paixoneta pela dona, mas como ela não lhe dava trela, só dava trela à cadela, achava que eu também não deveria poder dialogar com a cadelita que por sinal era um xuxu.
Um dia castigou-me e fiquei fechado dia todo na “roulotte”. Fiquei fulo e achei que tinha de pôr um “basta” na situação. Decidi vingar-me !
No dia seguinte soltou-me e quando foi trabalhar, decidi armadilhar-lhe o caminho de entrada na nossa área para quando regressasse. Arranjei uma casca de banana e coloquei-a, tapada com umas folhas, logo junto à portinhola de entrada para o nosso espaço. Havia de se estender ao comprido. Fiz mesmo cara feia de ser humano, e disse para comigo “Vais ver o estampanço que vais dar, ... mas espera e não vai ser tudo !”. Como tinha estado fechado o dia todo, aproveitei e fiz uma valente poia a um escasso metro e meio da casca da banana, tapando-a também com folhas de árvore. A armadilha estava montada.
Ao final da tarde, eu estava cá fora deitado junto à mesa e às cadeiras que ficavam ao pé da “roulotte”. Olhava para a entrada e esperava ansiosamente a sua chegada.
Finalmente chegou, e mal passou a portinhola escorregou na casca da banana e catrapum, em cima da poia !... Estava todo sujo de trampa !... 😄😄😄
Eu ladrei e saltei de alegria... e como ele fez menção de me agredir, zarpei para o café !!!

sábado, 8 de julho de 2017

CinemaScope (6)

Retomo uma rúbrica que existia neste blogue, em rodapé e que possivelmente passou despercebida a muitos que me visitavam, por estar mesmo lá no fim da minha página.

É música claro ! O que estavam à espera ?

São composições que me dizem muito, porque sou um romântico e um eterno apaixonado por música, pelas outras artes, pela humanidade, pelos amigos que encontrei na blogosfera, pela Natureza, pela vida, no fundo, pelas coisas boas desta sociedade em que vivemos.

Desta vez os registos, enquanto não apagados ou eliminados do Youtube, ficarão por cá, com uma única etiqueta “CinemaScope”.

Hoje são dois “écrans” no CinemaScope para relembrar um filme que deveria ser “obrigatório” ver. Hoje temos “n” solicitações de cinema para as crianças, mas a película “Mary Poppins” dado o seu carácter humano, deveria ser visto por todas as crianças no início da idade escolar. Marcou-me imenso, quando dos meus onze ou doze anos, e é ainda um dos meus filmes de eleição. Dirigido por Robert Stevenson e produzido por Walt Disney, é uma fantástica obra-prima. Deve ter passado em Portugal em 1965, visto que foi estreado em Agosto de 1964, nos Estados Unidos.
Ganhou cinco “Oscars” da Academia:  Julie Andrews, “Melhor Actriz”; Cotton Warburton “Melhor Filme Editado”; "Chim Chim Cher-ee", Richard M. Sherman e Robert B. Sherman, “Melhor Canção”; Peter Ellenshaw, Eustace Lycett e Hamilton Luske, “Melhores Efeitos Visuais”; e Richard M. Sherman and Robert B. Sherman, “Melhor Pontuação”.
Ganhou ainda mais quatro prémios: “Dois Grammy”, um “Golden Globe Award” e um “Writers Guild of America Award”.

Julie Andrews (01-10-1935) e Dick Van Dyke (13-12-1925) – Supercalifragilisticexpialidocious, do filme Mary Poppins (1964)


Julie Andrews (01-10-1935) - A Spoonful Of Sugar, do filme Mary Poppins (1964)